quarta-feira, 2 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
domingo, 26 de setembro de 2010
Alex Sandro do Santos faz um dos gols mais bonitos do Braisleirão 2010
Foi o terceiro gol do Santos na goleada por 4 a 1 contra o Cruzeiro. Alex Sandro faz linda jogada e toca por cima do goleiro.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Torcedor ilustre do Time da Vila #copadobrasil #vitoria
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Porque o Brasil Ganhou do Chile #bra #worldcup #copa2010
Pois é. O rapaz é estrábico. Vesgo. Vejamos a foto com o zoom autorizado pela Fifa, no momento do Gol do Juan.
Será que é vantagem para um goleiro ser vesgo? Estudei as possibilidades.
A comparação com o goleiro da Seleção Brasileira, atual melhor do mundo e sua visão normal, é óbvia. O estrabismo parece não ajudar um goleiro.
Créditos: http://www.chongas.com.br
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Coincidências entre as copas de 1990 e 2010 #worldcup #copa2010
Em 1990, Dunga disputou sua primeira Copa do Mundo como jogador. Em 2010, Dunga disputa sua primeira Copa do Mundo como técnico.
Em 1990, o Brasil enfrentou uma seleção com nome "Costa" na primeira fase: Costa Rica. Em 2010, o Brasil enfrenta uma seleção também com nome "Costa" na primeira fase: Costa do Marfim.
Em 1990, o Brasil foi para a Copa do Mundo, comandado por Sebastião Lazaroni, após ter vencido a Copa América. Em 2010, o Brasil está na Copa, dirigido por Dunga, após ter vencido a Copa América.
Em 1990, a posição de titular de Taffarel era inquestionável. Taffarel, goleiro, jogava no futebol italiano, no Parma. Em 2010, a posição de titular de Júlio César também é inquestionável. Júlio César, goleiro, joga no país da bota, está na Internazionale.
Em 1990, o Brasil enfrentou na fase oitavas-de-final uma seleção sul-americana: Argentina. Em 2010, o Brasil tem grandes chances de enfrentar uma seleção sul-americana na fase oitavas-de-final e que tem um argentino como técnico: Chile, de Bielsa.
Em 1990, os números 9 e 10 do Brasil tinham sido ídolos um dia da torcida são-paulina: Careca e Silas. Em 2010, os números 9 e 10 do Brasil já foram um dia ídolos do Tricolor: Luís Fabiano e Kaká.
Em 1990, o número 11 do Brasil era um Ro: Romário. Em 2010, o número 11 da seleção brasileira é um Ro: Robinho.
Em 1990, Lazaroni foi questionado por ter deixado um meia-esquerda de grande potencial de time alvinegro fora da Copa: Neto. Em 2010, Dunga é criticado por parte da imprensa por "esquecer" um meia canhoto, de time preto e branco paulista: PH Ganso, do Santos.
Em 1990, a esperança maior de gols do time brasileiro era um centroavante que começou a fazer sucesso no futebol campineiro: Careca, no Guarani. Em 2010, o Brasil tem o ex-ponte-pretano Luís Fabiano como seu principal homem-gol.
Em 1990, a final do Campeonato Paulista reuniu dois times que não eram da capital: Bragantino e Novorizontino. Em 2010, o Campeonato Paulista reuniu dois times que não são da capital: Santos e Santo André.
Em 1990, o Botafogo foi campeão carioca. Em 2010, o Botafogo foi campeão carioca.
Em 1990, o Grêmio foi campeão gaúcho. Em 2010, o Grêmio foi campeão gaúcho.
Em 1990, o técnico Vanderlei Luxemburgo foi campeão estadual por um time alvinegro (campeão paulista pelo Bragantino).Em 2010, Luxemburgo foi também campeão estadual por um time alvinegro (campeão mineiro pelo Atlético).
Em 1990, o Corinthians foi campeão brasileiro. Em 2010, o Brasileirão tem fórmula de pontos corridos e o atual líder da competição é o Corinthians.
Em 1990, um dos zagueiros do time de Lazaroni tinha se destacado no Brasil, há alguns anos, com a camisa do Inter: Mauro Galvão. Em 2010, um dos zagueiros do time de Dunga foi destaque do Inter há alguns anos: Lúcio.
Em 1990, um time rubro-negro esteve na final da Copa do Brasil: Flamengo. Em 2010, outro rubro-negro está na final da Copa do Brasil: Vitória.
Em 1990, o chefe da delegação brasileira era um dirigente polêmico de grande clube brasileiro: Eurico Miranda, do Vasco. Em 2010, o chefe da delegação brasileira é também um dirigente polêmico de grande time nacional: Andrés Sanchez, do Corinthians.
Antes de Lazaroni, a seleção brasileira era comandada por um Carlos Alberto: Carlos Alberto Silva. Antes de Dunga, a seleção brasileira era comandada por um Carlos Alberto: Carlos Alberto Parreira.
Em 1990, um dos zagueiros da seleção brasileira era ex-Fluminense e estava no futebol europeu: Ricardo Gomes. Em 2010, o beque Thiago Silva é ex-Flu e está no Milan.
Em 1990, um dos mais experientes da equipe titular era o volante Alemão, que nasceu em Minas Gerais. Em 2010, um dos mais experientes dos 11 de Dunga é o volante Gilberto Silva, também mineiro.
Em 1990, o volante Dunga, que atuava no futebol italiano (Fiorentina), era visto como um grande ponto de interrogação por boa parte dos torcedores. Em 2010, o volante Felipe Melo, que joga no futebol italiano (Juventus), também está longe de ser unanimidade entre os mais fanáticos.
Em 1990, a seleção brasileira era comandada por um técnico que comemorou o título carioca de 87 pelo Vasco: Sebastião Lazaroni, o técnico. Em 2010, a seleção brasileira é comandada por Dunga, que era titular daquele time vascaíno campeão estadual em 1987.
Créditos: http://kigol.com.br
quinta-feira, 20 de maio de 2010
NÃO FAZ MUITO TEMPO - PARA QUE NÃO SEJA ESQUECIDO!!!
Vitória goleia o Atlético-GO e vai à final da Copa do Brasil pela 1ª vez
Após 17 anos, o Vitória volta a ter a chance de disputar um título nacional. Nesta quarta-feira, com o Barradão lotado, a equipe baiana fez valer o apoio de sua torcida e seu excelente desempenho no seu caldeirão, bateu o Atlético-GO por 4 a 0 e vai decidir a Copa do Brasil com o Santos, que venceu o Grêmio por 3 a 1 nesta noite e também se classificou. As duas partidas da decisão acontecem só após a Copa do Mundo na África do Sul, nos dias 28 de julho e 4 de agosto. Esta é a segunda vez que o time baiano decide um torneio nacional. Em 1993, a equipe rubro-negra perdeu a final do Campeonato Brasileiro para o Palmeiras. O Vitória tenta também se tornar o segundo time nordestino a ganhar a Copa do Brasil, repetindo o feito obtido pelo Sport em 2008.
Fora da equipe há 17 dias, o capitão Ramón, mesmo fora de forma, foi o grande nome do jogo. Foi dos seus pés que surgiram as principais jogadas do Vitória no primeiro tempo, inclusive o lance do primeiro gol, quando ele colocou a bola na cabeça de Uelliton, que abriu o placar. O segundo foi feito também após um cruzamento, que Bida escorou e Júnior fez.
E a goleada só não foi maior graças à excelente atuação do goleiro Márcio. Ele fez pelo menos três ótimas defesas, além de outras tantas de menor dificuldade. Sua equipe, porém, não colaborou, e só criou chances em dois momentos do jogo: dos 10 aos 20min do primeiro e depois também do segundo tempo.
Na maior delas, aos 44min da etapa final, Marcão teve chance clara de fazer o gol da classificação do Atlético-GO, mas enrolou para chutar, foi desarmado e, no contra-ataque, Márcio sofreu o terceiro gol.
O jogo ainda teve um lance polêmico. Nos acréscimos, o goleiro colombiano Viáfara levou cartão amarelo após fazer uma paradinha na cobrança de pênalti, no primeiro lance do tipo após a determinação da Fifa sobre o assunto, apesar de a deliberação passar a valer apenas no mês que vem.
Com o amarelo, Viáfara está fora do primeiro jogo da decisão. Depois, sem paradinha, o goleiro fez o seu terceiro gol na competição e o quarto do Vitória na noite.
O Atlético-GO volta a campo para pegar exatamente aquele que poderia ser o seu adversário na final da Copa do Brasil: o Santos, mas em jogo válido pelo Brasileirão. A partida acontece no Serra Dourada, no próximo sábado, às 18h30. Já o Vitória joga no domingo, às 16h, contra o Ceará, no clássico do Nordeste no Campeonato Brasileiro.
Em quatro jogos em casa por esta Copa do Brasil, o Vitória tinha 100% de aproveitamento e uma média de 3,75 gols por partida. Por isso, contava com a sua torcida para reverter o 1 a 0 sofrido no confronto de ida contra o Atlético-GO, em Goiânia. E a massa rubro-negra fez sua parte. Lotou o Barradão, fazendo bonita festa quando a equipe entrou em campo, em estilo argentino, com rolos de papel higiênico sendo jogados atrás do gol em que os baianos atacariam no primeiro tempo.
Fora da equipe desde o dia 2 de maio, Ramón mandou no primeiro tempo. O camisa 10 parecia fora de forma, mas mesmo assim comandava o meio-campo do Vitória. Ao seu lado, tinha os laterais Nino Paraíba e Egídio, que também voltavam ao time em Salvador.
Após perceber que pelo meio, com Ramón controlando a bola, seria difícil penetrar na zaga do Atlético-GO, o Vitória passou a jogar pelas pontas. Se, por um lado, os baianos chegavam ao ataque com perigo, abriam espaço nas costas dos laterais. Foi assim que, aos 28min, Márcio Gabriel recebeu a bola sozinho entrando pela área na direita, mas dominou mal e permitiu que Viáfara cortasse. Logo na jogada seguinte, o Vitória abriu o placar. Ramón bateu falta na cabeça Uelliton, que escorou forte de cabeça sem chances para Márcio. Foi o terceiro gol do camisa 8 do Vitória na competição.
O Atlético-GO não reagiu bem ao gol tomado, não conseguiu atacar nos minutos seguintes e o Vitória chegou ao segundo aos 33min. Em levantamento de Elkson da direita, Bida escorou de cabeça e encontrou o oportunista Junior no segundo pau, que só escorou para o gol vazio.
O técnico Geninho, que assumiu o Atlético-GO no meio da competição, lamentou a falta de eficiência da sua equipe quando teve a chance do contra-ataque e da bola parada: “O Vitória fez dois gols de bola levantada. Não estamos conseguindo jogar. Quando estava 0 a 0 tivemos dois lances, mas não fizemos”, reclamou.
Ainda no primeiro tempo, com os 2 a 0 no placar, Geninho corrigiu a escolha na escalação, tirando Erandir e colocando em campo o meia Wesley. A alteração acabou só surtindo efeito depois dos 10min do segundo tempo, quando finalmente o Atlético-GO pareceu entender como deveria pressionar os baianos. Antes, porém, o Vitória ficou muito perto de fazer o terceiro. Aos 4min, Ramón bateu falta quase na bandeirinha do escanteio pela direita e acertou a trave. Aos 5min, Egídio exigiu boa defesa de Márcio. Mais um minuto e foi novamente Ramón, de falta, que deu trabalho ao goleiro, em bola que passou por toda a área.
Depois dos 10min, o Atlético-GO cresceu no mesmo tipo de jogo que deu certo para o Vitória no primeiro tempo: bola na área. Aos 13min, Marcão dominou bem na área cruzamento que veio da esquerda, mas foi desarmado. Em seguida, o mesmo Marcão chutou cruzado da direita, mas Juninho chegou atrasado e por centímetros não descontou. Aos 18min, a bola voltou a correr a linha do gol do Vitória, em cabeceio de Pituca no segundo pau.
Com o Atlético-GO pressionando, o técnico Ricardo Silva tirou Ramón, seu principal jogador, já cansado, para dar lugar à velocidade de Neto Berola, tentando explorar os contra-ataques. A modificação deu resultado e baianos voltaram a dominar o jogo, mas Márcio salvava a cada nova investida baiana.

Aos 44min, Marcão perdeu a chance de fazer o gol da classificação, e abriu espaço o contra-ataque. Neto Berola desceu pela esquerda, Márcio saiu mal para cotar e o atacante tocou para Junior fazer o terceiro. Em pênalti cometido por Ramalho em Júnior, Viáfara precisou bater duas vezes para fezer o quarto e decretar a classificação do Vitória.
VITÓRIA 4 x 0 ATLÉTICO-GO
Vitória-BA
Viafara, Nino Paraíba, Wallace, Reniê, Egídio; Vanderson, Uelliton, Bida (Neto Coruja), Ramón (Neto Berola); Elkeson e Júnior
Técnico: Ricardo Silva
Atlético-GO
Márcio, Márcio Gabriel, Jairo, Gilson e Thiago Feltri; Ramalho, Erandir (Wesley), Agenor e Pituca (Anaílson); Juninho (Diogo) e Marcão
Técnico: Geninho
Data: 19/05/2010 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Márcio Gabriel, Jairo, Juninho, Ramalho e Agenor (Atlético-GO), Ramón, Viáfara e Uelliton (Vitória)
Cartão Vermelho: Márcio Gabriel (Atlético-GO)
Gols: Uéliton aos 29min do primeiro tempo, Junior aos 33min do primeiro tempo e aos 45min do segundo tempo e Viáfara aos 50min do segundo tempo.
Creditos:
terça-feira, 11 de maio de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
A Tática da Tartaruga
Os jogadores do Sportfreund Seligenstadt lançaram uma estratégia revolucionária para tentar reagir numa partida que perdiam por 6 a 0, num campeonato de juniores realizado na Espanha.
A schildkrötentaktik. Ou simplesmente tática tartaruga.
Confira o alto grau de eficácia:
Pena q o juiz deu falta...
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